
O mercado global de antioxidantes para alimentos para pets movimentou US$ 295,8 milhões (R$ 1,54 bilhão) em 2024 e deve alcançar US$ 508,7 milhões (R$ 2,64 bilhões) até 2033, de acordo com um novo estudo da Growth Market Reports. A empresa projeta uma taxa de crescimento anual composta de 6,2% entre 2025 e 2033.
A Growth Market Reports atribui essa expansão ao aumento da posse de animais de estimação, à maior conscientização sobre a saúde dos pets e à crescente demanda por produtos premium e naturais em economias desenvolvidas e emergentes.
Segundo a consultoria, os antioxidantes evitam a oxidação de gorduras e óleos presentes nos alimentos para animais, ajudando a preservar o frescor, o sabor e o valor nutricional dos produtos.
A empresa destaca o aumento da adoção de animais de estimação, especialmente em lares urbanos, como um dos principais motores do crescimento do mercado, juntamente com o maior gasto dos consumidores em produtos premium e funcionais. A busca por ingredientes naturais e com rótulos clean label tem levado os fabricantes a substituir conservantes sintéticos por alternativas como tocoferóis e extratos de origem vegetal.
À medida que as formulações de pet food se tornam mais complexas, com maior teor de gordura e perfis nutricionais especializados, os sistemas antioxidantes ganham importância para prevenir a rancificação e garantir a estabilidade dos produtos, de acordo com o relatório.
A consultoria observa que os fabricantes vêm desenvolvendo misturas de antioxidantes voltadas para melhorar a estabilidade e prolongar a vida útil dos produtos. Tecnologias de encapsulamento e extratos vegetais permitem uma liberação controlada dos compostos, enquanto as pesquisas se concentram em antioxidantes multifuncionais que combinam preservação com benefícios à saúde.
O relatório também aponta desafios para o setor, como restrições regulatórias ao uso de antioxidantes sintéticos e o custo mais elevado das alternativas naturais. Além disso, a disponibilidade inconsistente de ingredientes naturais pode impactar a produção em larga escala.
Entre as empresas analisadas no estudo estão BASF, Archer Daniels Midland, Cargill, Kemin Industries, DSM, DuPont, Nutreco, Camlin Fine Sciences, Perstorp e Vitablend.

















